Professores da rede municipal de ensino de Luís Eduardo Magalhães, em sua maioria ligados ao Sindicato dos Professores do município (Sinprolem), lotaram o plenário da Câmara dos Vereadores na tarde desta terça-feira, 7, em protesto contra a possível aprovação do projeto de lei do poder executivo que concede reajuste salarial de 10% para os educadores. A classe reivindica aumento superior a 21%, conforme repasse do Governo Federal.
Após reunião com representantes dos poderes legislativo e executivo, pouco antes do início da sessão foi acordada a retirada do projeto da ordem do dia. O presidente da casa, Cabo Carlos, anunciou que uma nova reunião foi marcada para a manhã da próxima quinta-feira, 9, para discutir o tema. Durante a sessão, vários vereadores reclamaram do pouco tempo que tiveram para analisar a proposta do executivo.
“Nada de aprovar projeto as pressas”, afirmou a vereadora Janete Alves em seu pronunciamento. Segundo ela os professores representam uma classe importante, pois são responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento das pessoas e por conceder conhecimento para as crianças, e por isso deveriam ser “os mais bem pagos do Brasil”.
Ondumar Marabá reclamou do horário em que houve a convocação para a reunião sobre o tema, menos de uma hora antes do início dos trabalhos do dia. “Teria de ser discutido antes de ter se definido o repasse”, disse, reforçando que, em sua opinião, o assunto deveria ser levado a conhecimento dos vereadores com maior antecedência. “Não é assim que se faz. Deve haver mais sintonia”, continuou Marabá, em referência a se fazer um trabalho conjunto entre legislativo e executivo.
Naquilo que considera uma “reivindicação legitima”, Ondumar observou que felizmente em todo país tem se discutido melhoras para a educação, inclusive com a possibilidade em se aumentar a fatia do PIB revertido para a classe. O colega, Valor Mariussi, também cravou como “justa” a reivindicação. Segundo ele a atitude dos professores representa uma “queixa fundamental para encontrarmos uma saída para o país”.
Após reunião com representantes dos poderes legislativo e executivo, pouco antes do início da sessão foi acordada a retirada do projeto da ordem do dia. O presidente da casa, Cabo Carlos, anunciou que uma nova reunião foi marcada para a manhã da próxima quinta-feira, 9, para discutir o tema. Durante a sessão, vários vereadores reclamaram do pouco tempo que tiveram para analisar a proposta do executivo.
“Nada de aprovar projeto as pressas”, afirmou a vereadora Janete Alves em seu pronunciamento. Segundo ela os professores representam uma classe importante, pois são responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento das pessoas e por conceder conhecimento para as crianças, e por isso deveriam ser “os mais bem pagos do Brasil”.
Ondumar Marabá reclamou do horário em que houve a convocação para a reunião sobre o tema, menos de uma hora antes do início dos trabalhos do dia. “Teria de ser discutido antes de ter se definido o repasse”, disse, reforçando que, em sua opinião, o assunto deveria ser levado a conhecimento dos vereadores com maior antecedência. “Não é assim que se faz. Deve haver mais sintonia”, continuou Marabá, em referência a se fazer um trabalho conjunto entre legislativo e executivo.
Naquilo que considera uma “reivindicação legitima”, Ondumar observou que felizmente em todo país tem se discutido melhoras para a educação, inclusive com a possibilidade em se aumentar a fatia do PIB revertido para a classe. O colega, Valor Mariussi, também cravou como “justa” a reivindicação. Segundo ele a atitude dos professores representa uma “queixa fundamental para encontrarmos uma saída para o país”.
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