Bem Vindos!

"É muito difícil você conseguir vencer numa boa. Pra vencer você tem que lutar, e essa luta muitas vezes significa indispor de certa forma com algumas pessoas, pra prevalecer aquilo que você acredita. Teu ponto de vista, tua cabeça, a tua personalidade acima de tudo. E se você não lutar pra valer, você acaba perdendo teu próprio rumo. E se você perde o teu próprio caminho, você não é ninguém. Então, pra conseguir manter essa linha de conduta, você tem que lutar muito. E, muitas vezes, tem que brigar mesmo".
Ayrton Senna

quinta-feira, 22 de março de 2012

‘Professor precisa e merece ganhar bem’, afirma Alexandre Garcia


Piso do professor passando para R$ 1.451? Baixíssimo para a profissão que constrói o futuro. Foi valorizando o professor em meados do século 19 que a Argentina deu um salto. Cinquenta anos depois, ela era um dos países mais ricos e prósperos do mundo.
A educação é solução para tudo: para o desemprego, para a violência urbana e até para a concorrência dos produtos chineses. Aliás, perguntem aos chineses qual o segredo? Educação. Prefeitos, paguem o professor que o município vai ganhar. Que economizem no controle da corrupção, no excesso de "comissionados", porque o dinheiro da educação é o mais bem aplicado.
Enfim, o que temos hoje é uma educação medíocre, formação sofrível de professores e salário péssimo. Parafraseando a ameaça religiosa de séculos: fora da educação, não há salvação.

Cumpra-se a lei!









quarta-feira, 21 de março de 2012

Professores do DF decidem manter greve por tempo indeterminado

Professores da rede pública de ensino do Distrito Federal aprovaram por ampla maioria, em assembleia na Praça do Buriti, na manhã desta terça-feira (20), a continuidade da greve da categoria por tempo indeterminado. A paralisação dos professores começou no dia 12 de março.

Os professores alegam que a greve continua porque o governo não apresentou garantias de que irá atender às reivindicações de reestruturação do plano de carreira dos professores com isonomia com os demais servidores de curso superior. Eles também pedem garantias relacionadas à implantação do plano de saúde.

Em assembleia na Praça do Buriti, em Brasília, os professores do Distrito Federal decidiram manter por tempo indeterminado a greve iniciada no dia 12 de março. (Foto: Felipe Néri/G1)Em assembleia na Praça do Buriti, em Brasília, os professores do Distrito Federal decidiram manter por tempo indeterminado a greve iniciada no dia 12 de março. (Foto: Felipe Néri/G1)

Segundo estimativas do Batalhão de Trânsito da Polícia, cerca de 6 mil pessoas participaram da assembleia.

O próximo encontro ocorre no dia 27 de março, também na Praça do Buriti.
No encontro também ficou decidido que um grupo formado por cinco integrantes do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) e três representantes do comando de greve se reunirá nesta terça com uma comissão de deputados distritais.

“Vamos solicitar apoio dos parlamentares e que eles sejam a ponte dessa nossa negociação com o governo”, disse a diretora de imprensa do Sinpro, Rosilene Correa. Após a assembleia, os professores deixaram a Praça do Buriti e seguiram em marcha até a CLDF. O trânsito no Eixo Monumental ficou parado por cerca de 15 minutos por causa do protesto.
No final da tarde desta terça, o secretário de Educação Denílson Costa disse que o governo está aberto a negociar com os grevistas mas não pode pagar o salário ao servidor que não comparece ao trabalho. A folha de pagamento da categoria será fechada na próxima sexta-feira (23).

Nesta segunda-feira (19), representantes do sindicato se reuniram com a secretária-adjunta de Educação, Maria Luiza Fonseca Vale, e um representante da secretaria de Administração do GDF para discutir o plano de carreira da categoria.

Segundo Rosilene Corrêa, os secretários prometeram a regulamentação da licença para estudo dos docentes e a alteração da jornada de coordenação. “Não tratamos de remuneração [na reunião desta segunda] a nossa pauta permanece aberta a negociação.”

A Secretaria de Administração, por meio de sua assessoria, informou que o plano de saúde dos servidores do governo do DF é um projeto de campanha do governador Agnelo Queiroz e deve ser implementado ainda em 2012 para todas as categorias.

Sobre as reivindicações de  reestruturação da carreira e possível aumento salarial, a secretaria informou que o diálogo será mantido, mas, por causa dos limites da Lei Responsabilidade Fiscal (LRF), o governo não pode conceder reajustes.
Trânsito no Eixo Monumental parou por cerca de 15 minutos durante passeata dos professores do DF (Foto: Felipe Néri/G1)
Trânsito no Eixo Monumental parou por cerca de
15 minutos durante passeata dos professores
do DF nesta terça-feira (20) (Foto: Felipe Néri/G1)


ReivindicaçõesOs professores pedem reajuste salarial para 2013 e 2014. A categoria alega que o aumento salarial concedido em 2011, de 13,83%, foi equivale ao crescimento do repasse do Fundo Constitucional do DF.

Segundo o Sinpro-DF, os professores também reivindicam a implantação do plano de saúde para os servidores, além da reestruturação do plano de carreira, lei da profissão, convocação de aprovados e realização de novos concursos públicos.

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, afirmou no dia 7 de março que não há previsão de aumento salarial para os professores. Segundo Agnelo, a categoria foi a que teve maior ajuste no ano passado e o governo não tem caixa para aumento de salário.

Os professores da rede pública possuem, atualmente, salário inicial de R$ 4.226,47 para 40 horas semanais de trabalho. No ano passado, o auxílio-alimentação passou de R$ 195 para R$ 307, com o fim do desconto de R$ 90 pelo benefício, segundo dados da Secretaria de Educação.

No fim do mês de fevereiro, o governo anunciou um plano de contenção de gastos que inviabilizará qualquer tipo de ajuste salarial em todos os setores do GDF.

Diretoria da APLB vai à Governadoria, na próxima quarta-feira, cobrar o pagamento do Piso

Na próxima quarta-feira, dia 21/3,  à tarde, a diretoria da APLB Sindicato, vai até a governadoria (CAB), para cobrar do governador Jaques Wagner o pagamento do piso salarial, conforme firmado no Termo de Acordo do Ensino Fundamental e Médio, assinado no dia 11 de novembro de 2011.
A categoria aguarda com ansiedade o cumprimento do referido acordo, o qual estabelece em seu primeiro item que:
“O reajuste salarial do magistério da rede estadual do ensino fundamental e médio será o mesmo do piso salarial profissional nacional nos anos de 2012, 2013 e 2014, a partir de janeiro de cada ano, incidindo sobre todas as tabelas vigentes”.

Núcleo de Presidente Dutra marcou presença na manifestação da Greve Nacional em Irecê


O Núcleo Sindical do município de Presidente Dutra esteve presente, com um grande número de professores, na manifestação da greve nacional pelo piso salarial, realizada na cidade de Irecê.

DEPUTADA ALICE PORTUGAL ENVIA MENSAGEM DE APOIO AOS PROFESSORES BAIANOS

Estou aqui, em reunião com o ministro Aloísio Mercadante, defendendo o PAGAMENTO do piso em todo o País e afirmando que exigiremos que o governo da Bahia cumpra o acordo assinado.

Eu, como uma das autoras do projeto do piso, não vacilarei em estar nas ruas e na luta por este direito.

 Todo apoio à paralisação .

terça-feira, 20 de março de 2012

A Traição Finalmente tem seu Retorno.

O SINPROLEM – Sindicato dos Professores de Luís Eduardo Magalhães, no momento de transição do cargo de Secretária Municipal de Educação, em 2011, e atendendo a uma solicitação da administração municipal, indicou uma lista de cinco nomes, dentre estes o da senhora Madalene Isabel Mariussi, respeitando o desejo de mudança, manifestado pela insatisfação da classe para com a antiga secretária.

Assim, que fique claro que o Senhor Humberto Santa Cruz, com os poderes que lhe confere o cargo de Prefeito deste município, acatou o nome da senhora acima citada que, em conferência com a diretoria deste Sindicato, aceitou a indicação e se comprometeu que, no exercício de sua função, resguardaria os direitos adquiridos pelos professores municipais que até então não estavam sendo cumpridos.

Por sua vez, o SINPROLEM que já vinha reivindicando a efetivação de 38 itens que se encontravam em desacordo com o que reza o Plano de Cargos, Carreira e Salários do Magistério Municipal em vigência, acreditando na boa fé da nova Secretária, solicitou a esta senhora que pelo menos quatro destes itens fossem assegurados pela administração municipal, eram eles: 1- Reajuste salarial para a classe conforme a Lei 11.738/2008 (PISO); 2– Pagamento integral dos títulos de aperfeiçoamento; 3- Correção das nomeações irregulares dos dirigentes escolares e 4- Adequação do Plano de Cargos e Salários. 

Ações que não foram elencadas como cumpridas na carta aberta direcionadas aos professores, em 15 de março de 2012, quando a Secretária atribuiu toda a responsabilidade de sua demissão ao posicionamento deste Sindicato frente a suas atitudes.

No entanto, a notícia de sua demissão já circulava no site do jornal expresso em 10 de março de 2012, como um desejo do Governo Municipal. Essa parece mais uma manobra para vendar os olhos dos professores, coagindo seguidores, e numa tentativa frustrada, desarticular o crescimento acelerado da atividade sindical neste município, conseguindo assim, manter-se no cargo.

Mas nós não somos tão poucos, nem mais tão ingênuos, já fomos. Podemos fazer a diferença, mesmo contrários ao interesse de uma minoria privilegiada. Se há um traidor, este não é o SINPROLEM.

O fato, a verdade é uma só: a Secretária esqueceu-se de sua essência, o Sindicato não. Fazemos política sim, mas o nosso partido é o professor politizado, a classe trabalhadora que sustenta o desenvolvimento do indivíduo e da nação, e mesmo com uma função prioritária, conceituada por todos como nobre, engorda a já enorme fatia de profissionais mal pagos do Brasil.

Secretária, não há acordo quando o direito do professor é violado, quando o reajuste recebido pela classe é inferior ao repassado pelo governo federal, quando o pagamento dos títulos de aperfeiçoamento é feito parcialmente, uma vez que o atraso é de dez anos, quanto ao invés de corrigir as irregularidades na nomeação dos dirigentes escolares se nomeia mais, quando o a adequação do plano de cargos e salários não sai do discurso e a responsabilidade fica sendo jogada de mão em mão até perder a referência.

Se a secretária sair quem responde por isso é o Prefeito, só ele nomeia e exonera.

Quanto ao Sindicato só cabe um direcionamento: continuar lutando pelos direitos da classe. E que venha o(a) próximo(a) Secretário(a) mas que cumpra seu papel com respeito às leis e aos professores, nada de traições ou meias verdades, pois estamos organizados e de olhos abertos.

Luís Eduardo Magalhães, 19 de março de 2012.
SINPROLEM – Sindicato dos Professores de Luís Eduardo Magalhães.